A verdade, mais cedo ou mais tarde, sempre aparece. E apareceu.
Para o desespero da oposição barulhenta e sem projeto, Kadson Eduardo teve todos os processos e denúncias movidos contra seu nome arquivados ou julgados improcedentes, encerrando oficialmente uma das mais vergonhosas perseguições políticas já vistas na história recente de Mossoró.
Não se trata de opinião — trata-se de fatos jurídicos. As acusações que foram espalhadas aos quatro ventos, muitas vezes amplificadas por interesses eleitorais claros, não resistiram ao crivo da Justiça. Caíram uma a uma. Sem prova. Sem fundamento. Sem verdade.
Kadson foi alvo de uma caça política sem precedentes, construída no momento exato em que exercia papel estratégico como secretário de Cultura e planejava um dos maiores e mais ousados Mossoró Cidade Junina da história — projeto que movimentou economia, turismo, cultura e projetou a cidade nacionalmente. Coincidência? Só para os ingênuos.
Quando faltam propostas, sobra ataque.
Quando não há projeto político, fabrica-se denúncia.
E foi exatamente isso que aconteceu.
As denúncias hoje comprovadamente infundadas tinham um único objetivo: destruir reputações, criar narrativas falsas e interromper trajetórias políticas em ascensão. Estratégia velha, conhecida, usada por opositores que sobrevivem mais do ataque do que da competência.
E o roteiro se repete.
A mesma tática baixa e irresponsável agora tenta atingir a imagem de sua esposa, Dra. Isabele, numa tentativa desesperada de respingar lama onde só há trabalho e resultado.
Dra. Isabele, como diretora da Câmara Municipal de Mossoró, protagonizou um feito histórico:
✔️ retirou o Legislativo mossoroense do maior caos financeiro e moral de sua história;
✔️ implantou controle, planejamento e responsabilidade administrativa;
✔️ reconstruiu a imagem institucional da Câmara junto à sociedade;
✔️ e coroou esse processo com o reconhecimento público e prêmios de transparência, algo impensável anos atrás.
Isso não é discurso — são números, auditorias, relatórios e reconhecimento institucional.
O que incomoda a oposição não é Kadson.
Não é Isabele.
É a competência.
É ver projetos funcionando.
É ver gestão dando certo.
É perceber que a velha política do grito, da denúncia vazia e da intriga perdeu força diante de resultados concretos.
A história recente de Mossoró deixa claro: quem trabalha, resiste.
Quem persegue, cedo ou tarde, é desmascarado.
E agora, com os processos arquivados, a verdade está registrada não apenas na memória política da cidade, mas nos autos.
Para o desespero da oposição, Kadson Eduardo é inocente.
E a cidade sabe muito bem separar fato de farsa.
Segue os c[documentos que comprovam a inocência de Kadson Eduardo:

